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O PIX vai ser taxado?

  • Foto do escritor: Giovanna Requena
    Giovanna Requena
  • 18 de fev.
  • 2 min de leitura
homem calculando se o pix vai ser taxado

Desde que foi lançado pelo Banco Central, em novembro de 2020, o PIX se tornou o meio de pagamento preferido dos brasileiros. Rápido, prático e disponível 24 horas por dia, ele transformou a forma como pessoas e empresas transferem dinheiro.


Mas, junto com a popularidade, também surgiram dúvidas e uma delas aparece com frequência nas redes sociais e aplicativos de mensagem:


O PIX vai ser taxado?


A resposta é direta: não, o PIX naõ vai ser taxado para pessoas físicas nas transferências comuns.


Agora vamos entender melhor o que isso significa.


O PIX é gratuito?


Para pessoas físicas, o PIX não é taxado, ou seja, é gratuito na maioria das situações.


Segundo as regras do Banco Central, não há cobrança para enviar ou receber PIX em transferências comuns entre pessoas físicas, desde que não tenham finalidade comercial.


Ou seja:


  • Transferir dinheiro para um amigo

  • Pagar a divisão da conta do restaurante

  • Enviar dinheiro para familiares

  • Receber valores de conhecidos


Tudo isso continua gratuito.


E para empresas, existe cobrança?


Sim, pode existir.


Para pessoas jurídicas (empresas), as instituições financeiras podem cobrar tarifas pelo recebimento de PIX, especialmente quando há finalidade comercial — como pagamento por produtos ou serviços.


Mas isso não é uma “taxa do governo”. Trata-se de uma tarifa definida pela própria instituição financeira, assim como já acontece com boletos, maquininhas de cartão ou TEDs empresariais.


Cada banco ou fintech define sua política de cobrança.


O governo pode criar uma taxa sobre o PIX?


O PIX é uma infraestrutura criada e regulada pelo Banco Central. Até o momento, não existe nenhum imposto específico sobre o uso do PIX.


Caso houvesse qualquer mudança tributária, ela precisaria seguir regras legais, aprovação formal e comunicação oficial. Boatos nas redes sociais não significam mudança na regulamentação.


É importante diferenciar duas coisas: taxar o uso do PIX e Cobrar impostos sobre renda já existente são coisas diferentes.


Se uma pessoa recebe dinheiro como parte de uma atividade profissional, por exemplo, os impostos podem incidir sobre a renda, independentemente do meio de pagamento (PIX, dinheiro, transferência ou cartão). O imposto não é sobre o PIX, mas sobre a atividade econômica.


Existe imposto sobre transferências via PIX?


Não existe um imposto específico por transferir dinheiro via PIX.


Algumas pessoas confundem o tema com discussões passadas sobre CPMF (imposto sobre movimentações financeiras). No entanto, atualmente, não há cobrança de imposto sobre transferências via PIX no Brasil.


Por que surgem boatos sobre taxa no PIX?


O PIX movimenta bilhões de reais todos os meses e se tornou o principal meio de pagamento do país. Justamente por isso, qualquer especulação gera preocupação.


Boatos costumam surgir por desinformação nas redes sociais, confusão entre tarifa bancária e imposto e debates antigos sobre tributos sobre movimentação financeira


Por isso, a melhor fonte de informação é sempre o Banco Central e os comunicados oficiais das instituições financeiras.


O PIX continua seguro e gratuito


O PIX foi criado para ampliar o acesso ao sistema financeiro, reduzir custos e tornar pagamentos mais eficientes. Ele substituiu muitas transferências que antes eram pagas, como TED e DOC.


Para pessoas físicas, ele continua sendo gratuito nas transferências comuns, instantâneo, disponível 24 horas por dia e regulamentado pelo Banco Central.


 
 
 

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